A COROA TRICOLOR: KENNEDY, ACOSTA OU FÁBIO? QUEM FOI O REI DO FLUMINENSE NO SEMESTRE?

Um semestre de altos e baixos, mas com craques brilhando. De Kennedy a Fábio, quem foi o verdadeiro dono do Fluzão em 2026? A disputa está aberta!

fábio, fluminense, libertadores — Foto: AFP

A Realeza Tricolor em Disputa: Quem foi o Soberano de 2026?

Caros tricolores, a primeira metade da temporada de 2026 se foi, deixando um rastro de emoções tão sinuosas quanto um drible de Lucho Acosta. Navegamos por águas ora tranquilas, ora turbulentas, mas em meio à inconstância que por vezes nos assombrou, a nobreza de alguns de nossos guerreiros brilhou com intensidade inquestionável. O Fluminão, como sempre, forjou heróis nos momentos de maior provação.

Agora, com a poeira assentada, surge a pergunta que ecoa das arquibancadas do Maracanã aos cafés das Laranjeiras: quem foi o verdadeiro destaque do Fluminense neste semestre? A disputa é acirrada, digna de um Fla-Flu em final de campeonato. Cinco nomes se postulam ao trono, cada um com seus méritos e sua legião de admiradores. Analisemos, com a elegância que nos é peculiar, os candidatos a essa coroa.

Fábio: O Guardião Imortal

Comecemos por aquele que desafia o tempo com a mesma tranquilidade com que defende um pênalti. Fábio, nosso guardião, mais uma vez foi um colosso sob as três traves. Falar de suas defesas milagrosas já se tornou um elegante clichê, uma certeza tão reconfortante quanto o verde, branco e grená de nossa camisa.

Em 34 partidas disputadas, o goleiro foi responsável por salvar o Time de Guerreiros em dezenas de ocasiões, garantindo pontos preciosos e nossa sanidade. Sua performance foi tão soberba que seu nome, mais uma vez, figurou nas discussões sobre quem deveria defender a meta canarinho na Copa do Mundo. Para a nação tricolor, a resposta sempre foi óbvia. Fábio não joga, ele opera milagres.

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Martinelli: O Coração da Máquina

Há jogadores cuja importância só é plenamente compreendida na sua ausência. Martinelli, nosso incansável motor no meio-campo, é a personificação dessa verdade. Sua lesão na reta final do semestre foi um golpe duro, mas serviu como um doloroso lembrete: o Fluminense é imensamente melhor com ele em campo.

Ao longo de seus 24 jogos, ele foi o equilíbrio, a força e a inteligência que ditaram o ritmo da nossa orquestra. Assim como Fábio, seu nome foi ventilado para o Mundial, um reconhecimento mais do que justo ao seu talento. A saudade que sentimos dele em campo apenas reforça sua candidatura a craque do semestre. Um verdadeiro guerreiro de Laranjeiras.

Lucho Acosta: O Maestro de Pés Mágicos

Ah, o futebol arte… Lucho Acosta chegou para nos lembrar que a bola pode, e deve, ser tratada com requinte. O argentino, mesmo tendo seu semestre interrompido por uma lesão, demonstrou em 27 jogos por que é um jogador de estirpe diferenciada. Com ele, o improvável se torna rotina.

Seus números são a prova matemática de sua genialidade: cinco gols e seis assistências. Mas sua contribuição vai além das estatísticas. É a pausa, o passe que rasga a defesa, a visão de jogo que parece prever o futuro. Em determinado momento, era um dos melhores jogadores de todo o Brasileirão. Quando Lucho está em campo, o espetáculo é garantido.

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Savarino: A Grata Surpresa Venezuelana

Contratações são sempre uma aposta, mas com Savarino, o Fluzão parece ter acertado em cheio. Chegando com o Carioca já em andamento, não precisou de muito tempo para mostrar a que veio. Com velocidade e objetividade, tomou conta da ponta e não largou mais a titularidade.

Seu entrosamento com Lucho Acosta foi quase instantâneo, criando uma dupla que infernizou as defesas adversárias. Além disso, assumiu a responsabilidade nas cobranças de pênalti, uma função para poucos. Em 27 partidas, anotou seis gols e contribuiu com três assistências, provando ser uma peça fundamental no nosso xadrez tático.

John Kennedy: O Presidente do Gol

Façam o L! Em meio a debates sobre a necessidade de um ‘nove’ e a chegada de um certo Rodrigo Castillo, John Kennedy calou os críticos da forma mais eloquente possível: com gols. Muitos gols. O nosso ‘Urso’ vive sua fase mais artilheira com o manto tricolor, uma alegria para a torcida que sempre acreditou em seu potencial.

Com a impressionante marca de 14 gols e duas assistências em 35 jogos, JK se firmou como titular absoluto e a referência ofensiva do esquadrão de Laranjeiras. Sua fome de gol é contagiante, sua presença na área é uma ameaça constante. Ele não pede passagem, ele arromba a porta. John Kennedy não é mais uma promessa, é a nossa mais letal realidade.

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E Agora, Nação Tricolor?

Aí estão os postulantes. Um goleiro que beira a santidade, um volante que é a alma do time, um meia que trata a bola por ‘você’, um ponta que chegou e se impôs, e um centroavante em estado de graça. A tarefa de escolher apenas um é hercúlea, quase injusta.

Mas o debate é a alma do futebol. Portanto, a palavra final é sua, torcedor das Laranjeiras. Quem, na sua nobre opinião, merece a coroa de melhor jogador do Fluminense neste primeiro semestre de 2026? A discussão está aberta. Flu até morrer!

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.