Zubeldía na Berlinda: Estratégia Falha e Erros Individuais Incendeiam Pressão no Fluzão!

A derrota do Fluzão para o Internacional por 2 a 0, com falhas individuais e estratégia questionável de Zubeldía, acende o sinal de alerta e aumenta a pressão no elenco tricolor. Próximo desafio é na Libertadores!

Savarino lamenta bola no travessão do Fluminense contra o Internacional — Foto: Maxi Franzoi/AGIF

A derrota do nosso amado Fluzão para o Internacional por 2 a 0, no Beira-Rio, no último domingo, pela 14ª rodada do Brasileirão, foi um balde de água fria que, infelizmente, joga mais lenha na fogueira da pressão que já atormenta o elenco tricolor. Não é apenas mais um resultado negativo; é um sinal de alerta estrondoso, com dois vilões claros: as falhas individuais que teimam em aparecer e uma estratégia que, para a nação tricolor, pareceu equivocada do nosso professor Zubeldía.

O ambiente já estava pesado devido à situação dramática na Libertadores. Com o coração na mão, o torcedor entende a necessidade de poupar, e a decisão de Zubeldía de preservar peças importantes como Savarino e Hércules até faz sentido pensando na maratona. Contudo, a escolha por uma formação com três zagueiros – algo inédito este ano – e dois volantes, como era previsível, transformou nosso Time de Guerreiros em uma equipe sem criatividade, sem o brilho que esperamos do esquadrão de Laranjeiras.

A Estratégia Questionável do ‘Mister’ e o Primeiro Tempo Perdido

Foram 45 minutos que, ofensivamente, jogamos fora. O Fluminense, com sua habitual posse de bola, parecia controlar o jogo, mas era uma posse estéril, sem profundidade. A bola não chegava ao campo de ataque, e o goleiro Anthoni, do Inter, deve ter tido um primeiro tempo de pura tranquilidade, sem precisar fazer uma única defesa significativa. Nosso Nense, que deveria estar sufocando o adversário, estava previsível, sem o ímpeto que nos faz vibrar.

A escolha tática, que já era discutível, foi potencializada pelo surgimento do segundo problema crônico: as falhas individuais. O primeiro ato do drama veio com Jemmes. Nosso Tricolor fazia um jogo defensivamente seguro até então, quando o zagueiro, já amarelado, arriscou um bote desnecessário no meio-campo. Deixou Bernabei escapar, impossibilitado de fazer a falta, e o argentino, com a liberdade de um turista em Copacabana, invadiu a área e abriu o placar. Um erro que custou caro e abriu as comportas para a apreensão.

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Falhas Individuais Que Custaram Caro e Mataram a Reação

No intervalo, o professor Zubeldía tentou corrigir o rumo da nau tricolor. As entradas de Savarino e Serna nos lugares de Jemmes e Canobbio indicavam a busca por mais agressividade e criatividade. E, por alguns minutos, parecia que a reação viria. O Fluzão ameaçava uma melhora, mas, como um enredo cruel, um novo erro individual, desta vez de Arana, matou qualquer lampejo de esperança. De volta à lateral, Arana perdeu uma disputa crucial para Vitinho dentro da área, e o Inter não perdoou, marcando o segundo gol e colocando um ponto final nas nossas pretensões.

Mesmo com a melhora no segundo tempo, o estrago já estava feito. A desvantagem de dois gols deu ao Internacional o cenário ideal: fechar-se na defesa e estocar nos contra-ataques. E foram eles que tiveram as melhores chances de ampliar o placar, enquanto o Nense lutava para diminuir. A melhor oportunidade tricolor, que poderia ter injetado um mínimo de adrenalina, caiu nos pés de Serna, que perdeu um cara a cara com Anthoni. Um lamento a mais para a torcida das Laranjeiras.

A Voz do Professor e o Clima de Urgência no Fluzão

Após a partida, Zubeldía, com a seriedade que a situação exige, analisou os acontecimentos:

“Tivemos um erro no primeiro tempo que os permitiu atacar o espaço e sair na frente em um jogo que tínhamos controlado. Quando trocamos, foi porque o árbitro estava dando muitos cartões amarelos, e tínhamos jogadores que estavam limitados. Voltei à linha de quatro para colocar o Savarino por 45 minutos. Quando pareceu que poderíamos aproveitar as situações, eles fizeram um bom contra-ataque e dificultaram muito.”

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A explicação do treinador, embora tente justificar as escolhas e as mudanças, não apaga a frustração. O Fluzão, historicamente, é um time de soluções inteligentes, não de desculpas. É verdade que as lesões foram cruéis com Zubeldía no mês de abril, tirando de campo pilares como Martinelli e Lucho, o que fez o desempenho do Time de Guerreiros despencar. Mas no futebol, a pressão não alivia por infortúnios. A máquina tricolor precisa encontrar seu ritmo, sua identidade vencedora novamente.

O Desafio na Libertadores: Vida ou Morte para o Esquadrão de Laranjeiras

Se o Fluminense quer paz e tranquilidade, a solução é uma só: vencer. E o próximo desafio é um dos mais importantes da temporada. Na próxima quarta-feira, o Nense viaja para a Argentina para enfrentar o Independiente Rivadavia pela Libertadores. É um jogo de vida ou morte, a última partida de uma sequência exaustiva de viagens que tem cobrado seu preço.

A nação tricolor, mesmo ferida, estará unida, empurrando o Time de Guerreiros, seja no Maracanã ou de longe, com a fé inabalável que nos move. É preciso reagir, encontrar um jeito de vencer e mostrar que a força do Fluzão transcende as adversidades. Que o esquadrão de Laranjeiras se reencontre e traga a classificação para casa, porque flu até morrer é mais que um grito, é uma promessa!

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Informações com base em reportagem do ge.globo.com.