ATÉ AS CARTAS SABEM! Vidente crava vitória do Fluzão, mas Zubeldía tem pesadelo para escalar

Um vidente cravou a vitória do Fluzão na Argentina, mas os desfalques de Zubeldía tiram o sono de qualquer tricolor. Será que a fé move montanhas?

A Profecia das Cartas: Um Sinal de Esperança na Argentina

Em meio à tempestade, surge um raio de sol. Ou, neste caso, uma profecia. A nação tricolor, com o coração na mão às vésperas de um confronto decisivo pela Libertadores, recebeu um sopro de otimismo vindo de onde menos se espera: do mundo místico. O vidente Luiz Filho, do canal Renascer das Cartas, jogou suas lâminas e o veredito é claro: o Fluminense vencerá o Independiente Rivadavia em solo argentino.

A partida, válida pela quarta rodada da fase de grupos, acontece nesta quarta-feira (6), às 21h30 (horário de Brasília), e tem um peso monumental para as pretensões do Fluzão. Segundo o vidente, embora exista uma pequena brecha para o empate, as energias que emanam das Laranjeiras estão mais fortes e alinhadas para a vitória. Que os deuses do futebol e das cartas estejam conosco.

É o tipo de notícia que, em tempos de vacas magras e atuações questionáveis, serve como um bálsamo. Não se trata de ciência, é claro, mas de fé. E se tem algo que a torcida do Fluminense tem de sobra, é fé. Acreditamos no impossível, no gol aos 45 do segundo tempo, e por que não, em uma ajudinha dos astros?

O Quebra-Cabeça Infernal de Luis Zubeldía

Enquanto as cartas trazem um prognóstico favorável, a realidade no gramado é um pesadelo tático para o nosso comandante, Luis Zubeldía. Vencer na Argentina já é uma tarefa hercúlea por natureza; fazê-lo com um time remendado beira o épico. O técnico argentino encara uma dor de cabeça monumental para montar o setor mais vital da equipe: o meio-campo.

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A principal baixa é a de Facundo Bernal, suspenso após uma expulsão no mínimo discutível na altitude de La Paz, contra o Bolívar. Como se não bastasse, seu substituto natural, o nosso pilar Martinelli, também está no estaleiro. O camisa 8 sofreu uma contusão no reto femoral da coxa esquerda e, para desespero geral, não deve voltar a campo antes da parada para a Copa do Mundo. Um desastre.

Perdemos, de uma só vez, força de marcação, organização e fôlego. Zubeldía não tem outra opção a não ser redesenhar completamente o coração do time para o que talvez seja o jogo mais importante da temporada até aqui. É a prova de fogo para o nosso treinador, que precisa tirar um coelho da cartola, ou melhor, um guerreiro do banco.

As Alternativas: Entre a Incerteza e a Esperança

Com o tabuleiro de xadrez desfalcado de peças-chave, as opções que restam exigem criatividade e uma dose de risco. A tendência, segundo o que se apura, é que o setor central seja formado por Nonato, Hércules e Savarino. Uma formação que levanta tantas esperanças quanto preocupações.

Nonato, um jogador de qualidade indiscutível, ainda busca seu melhor ritmo. Ele acabou de retornar de um longo período de inatividade por lesão, e sua primeira partida, contra o Internacional, foi mais um teste de resistência do que uma exibição de gala. Precisamos dele inteiro, mas o tempo é curto.

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Outra luz no fim do túnel atende pelo nome de Lucho Acosta. O argentino, nosso maestro em potencial, finalmente se recuperou de uma lesão ligamentar no joelho esquerdo e voltou a treinar com o grupo. Sua presença na Argentina, no entanto, ainda é incerta. Caso viaje, a expectativa é que entre por alguns minutos, com sua utilização controlada. Dificilmente será titular, mas ter sua classe à disposição, mesmo que por pouco tempo, já é um alento.

Ofensividade Máxima: A Saída é Atacar?

Diante de um cenário tão adverso no meio, uma solução drástica pode estar sendo considerada por Zubeldía: fortalecer o ataque. A necessidade da vitória é tão grande que uma aposta mais agressiva na frente pode ser o caminho. Especula-se a possibilidade de o Fluminense entrar em campo com dois centroavantes de ofício.

A dupla seria formada por John Kennedy, o homem dos gols decisivos, e Castillo. Seria uma mudança tática ousada, abdicando de um homem no meio para colocar mais pressão na defesa adversária. Uma estratégia de tudo ou nada, que pode tanto resultar em uma vitória categórica quanto expor perigosamente nossa defesa já fragilizada.

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É a clássica faca de dois gumes. Mas, em uma noite de Libertadores na Argentina, onde só a vitória interessa, talvez a covardia seja o maior dos pecados. Que o Time de Guerreiros honre seu nome, que a profecia das cartas se cumpra e que voltemos de lá com os três pontos que podem mudar o rumo da nossa temporada. Nós, da arquibancada, estaremos empurrando com a força do pensamento e a fé que nunca nos abandona. Pra cima deles, Fluzão!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.