Zubeldía Vira a Chave na Zaga? Fluzão Sangra na Defesa Antes de Decisão na Liberta!

A defesa do Fluzão virou um calcanhar de Aquiles, e Zubeldía ainda não achou a fórmula. Com derrotas e falhas individuais, o Nense precisa reagir na Libertadores!

Jogadores do Fluminense lamentam gol do Internacional — Foto: Roberto Vinicius/AGIF

A nação tricolor, acostumada com a elegância e a ousadia de um Time de Guerreiros, observa com um misto de apreensão e indignação o Fluzão atravessar seu momento mais delicado na temporada de 2026. O motivo? Uma defesa que mais parece uma peneira e um técnico, Zubeldía, que ainda não encontrou a fórmula para estancar a sangria. Nos últimos nove jogos, apenas duas vitórias, um retrospecto que faz qualquer torcedor das Laranjeiras roer as unhas. A derrota amarga de 2 a 0 para o Internacional, no último domingo, lá no Beira-Rio, pela 14ª rodada do Brasileirão, foi apenas mais um doloroso lembrete da fragilidade que nos assola.

Os gols do Colorado, frutos de falhas individuais gritantes, com Jemmes e Arana protagonizando lances infelizes, são o retrato de uma tendência preocupante. Não é um caso isolado, meus caros. Essa falta de segurança defensiva se tornou um gatilho para os resultados pífios que o Nense vem acumulando. Ou o ataque precisa se desdobrar em mil para compensar, como vimos nas vitórias suadas contra Santos e Chapecoense, ou a equipe entra em desvantagem rapidamente, transformando cada partida em um calvário.

A Análise Sincera de Zubeldía e a Realidade Crua

O próprio Zubeldía, em sua análise pós-jogo, resumiu a situação com a franqueza que lhe é peculiar. “As situações concretas que temos não viram gol e as que teve o Internacional, a primeira no primeiro tempo e a primeira no segundo, concretizaram. Ante a isso, é difícil reverter porque estamos falando de contundência e as que tivemos não pudemos converter. Estamos em um momento complicado do calendário que há exigência e não estamos respondendo”, afirmou o comandante. Embora sua fala se refira especificamente ao duelo contra o Inter, é um diagnóstico perfeito para as últimas apresentações do esquadrão de Laranjeiras.

O Fluminense, pasmem, tem exigido pouquíssimas chances para que os adversários consigam vazar o gol do nosso experiente Fábio. É quase um convite ao perigo, uma cordialidade que não combina com a ambição tricolor. Essa generosidade em campo se reflete nos números que envergonham qualquer um que ame o Flu.

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Números Que Não Mentem: A Pior Defesa Entre os Melhores

Não por acaso, o Nense ostenta a pior defesa entre os primeiros oito colocados do Campeonato Brasileiro, com a impressionante marca de 18 gols sofridos. E, para completar o cenário desolador, só sofreu menos gols que o modesto Deportivo La Guaira em nosso próprio grupo da Conmebol Libertadores. É um dado que grita por mudanças, por ajustes, por uma nova postura.

Zubeldía, em sua busca incessante por soluções, tem promovido um rodízio constante em todos os setores da defesa. Na lateral-direita, Guga e Samuel Xavier se alternam, enquanto na esquerda, Renê e Arana dividem as responsabilidades. No miolo da zaga, Ignácio e Jemmes também revezam chances ao lado de Freytes, que, ironicamente, é a única peça a manter uma certa constância na área. O problema é que nenhuma dessas combinações conseguiu trazer a segurança que a torcida e o time tanto anseiam. A máquina tricolor, por enquanto, patina na retaguarda.

Libertadores: A Vida em Jogo no Malvinas Argentinas

E o calendário, esse carrasco implacável, não perdoa. O Fluminense joga a sua vida na Libertadores na próxima quarta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), contra o Independiente Rivadavia, no Estádio Malvinas Argentinas. É um confronto decisivo, um daqueles jogos onde a vitória não é apenas desejável, é crucial para que o Time de Guerreiros continue dependendo apenas de si para avançar às oitavas de final. Não há margem para erros, para falhas individuais ou para a falta de acerto defensivo que tanto nos tem atormentado.

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É hora de Zubeldía encontrar a chave, de sacudir essa defesa e de fazer o Fluzão mostrar a sua verdadeira força. A nação tricolor estará lá, vibrando, empurrando e exigindo que a camisa pese, que o sangue das Laranjeiras corra nas veias de cada atleta. Que a alma de guerreiros, tão celebrada, ressurja e nos conduza à classificação. Afinal, somos Flu até morrer, e morrer na praia da Libertadores não é uma opção para o Tricolor das Laranjeiras!

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.