R$ 100 Milhões em Dúvida e o Brilho de Lucho: O Nense em 2025!

A temporada de 2025 do Fluzão foi de altos investimentos, mas nem todos renderam. Enquanto Lavega, Lezcano, Santi Moreno e Soteldo custaram quase R$ 100 milhões e decepcionaram, Lucho Acosta se mostrou um gênio do custo-benefício. Uma análise tricolor sobre as lições de Laranjeiras!

Balanço do Fluminense; veja principais pontos — Foto: Reprodução

Ah, 2025! Um ano que começou com a nação tricolor em polvorosa, sonhando alto com cada anúncio de reforço. O Fluzão abriu os cofres, meu amigo, despejando a bagatela de R$ 215 milhões em novas contratações. Uma aposta ousada, digna de um clube com a nossa história e a nossa ambição. Mas, como bem sabemos nas Laranjeiras, nem todo investimento se traduz em glória.

E é aqui que a ironia do futebol se manifesta, com quase metade desse valor, cerca de R$ 99,15 milhões, concentrada em um quarteto que, francamente, ficou devendo. Lavega, Lezcano, Santi Moreno e Soteldo, nomes que prometiam fogo e gols, mas que em campo entregaram muito aquém do esperado. É o tipo de situação que faz o torcedor arrancar os cabelos, pensando no que poderia ter sido feito com tanto dinheiro.

A Conta que Não Fechou: O Quarteto dos R$ 100 Milhões

Vamos ser sinceros, tricolores: quando se fala em quase cem milhões de reais, a expectativa é por artilheiros natos, por jogadores que desequilibram e decidem partidas. Mas o que vimos desse quarteto foi uma performance bastante modesta. Somados, os quatro atletas marcaram apenas três gols pelo clube. Dois deles vieram dos pés de Soteldo, e um de Lezcano. No quesito assistências, o cenário não foi muito diferente, com três no total: duas de Soteldo e uma de Santi Moreno. Convenhamos, para um investimento desse porte, o retorno foi pífio.

A decepção foi tão grande que, do quarteto inicial, apenas o venezuelano Soteldo permanece no elenco principal do Time de Guerreiros. Ele, que foi alvo de muitas críticas da torcida, vem mostrando uma evolução, entrando bem nas partidas e, quem sabe, se encaminhando para uma vaga de titular. É a esperança de que, finalmente, o investimento comece a dar frutos. Afinal, a camisa tricolor pesa, e não é para qualquer um.

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Os outros três, Lavega, Lezcano e Santi Moreno, foram emprestados para buscar espaço e, quem sabe, reencontrar o bom futebol. Lavega seguiu para o Coritiba, Lezcano para o Olimpia e Moreno para o Dallas FC. Desses, Lavega é quem tem se destacado mais na Série A, com três gols e uma assistência, mostrando que a adaptação ao futebol brasileiro pode estar chegando. Há uma cláusula de compra nos contratos de empréstimo, uma luz no fim do túnel para o Nense reaver parte do capital investido. Que assim seja, porque o dinheiro do Fluzão é sagrado!

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Balanço do Fluminense; veja principais pontos — Reprodução

Os Gênios do Custo-Benefício: Lucho, Canobbio e Hércules

Mas nem tudo foi frustração em 2025, meus caros. A temporada também nos presenteou com investimentos que foram verdadeiras joias, correspondendo em campo e justificando cada centavo. Nomes como Canobbio e Hércules provaram seu valor, mas o grande destaque, o verdadeiro gênio do custo-benefício, foi Lucho Acosta.

O meia argentino, que custou ‘apenas’ R$ 20,9 milhões, em pouquíssimos meses no Brasil, não só se tornou titular absoluto da equipe como se firmou como um dos melhores de sua posição no cenário nacional. É o tipo de contratação que faz a diferença, que eleva o patamar do time e que mostra que o olho clínico da nossa diretoria, quando acerta, acerta em cheio. Infelizmente, uma lesão no Fla-Flu de 12 de abril o tirou de campo, mas o impacto que ele causou antes disso foi inegável. Que volte logo e ainda mais forte!

Canobbio chegou com o peso de ser o reforço mais caro da história do clube até então e, com a maestria que lhe é peculiar, correspondeu à altura. Foi peça fundamental sob o comando de três comissões técnicas distintas ao longo do ano, provando sua versatilidade e importância tática. Com 13 gols e cinco assistências em 58 jogos, o uruguaio mostrou que o Fluzão sabe, sim, investir pesado quando o retorno é garantido. Um jogador desse calibre é o que esperamos ver sempre vestindo nosso manto tricolor.

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Hércules: O Gigante que Pagou a Conta no Mundial

E o que dizer de Hércules? Esse volante foi um investimento certeiro, que hoje se consolida como um dos pilares do Time de Guerreiros. Ao lado de Martinelli, forma uma dupla de meio-campo que dá inveja a qualquer rival. A sua contribuição foi decisiva, especialmente na campanha até a semifinal da Copa do Mundo de Clubes, um feito que nos enche de orgulho. Ele marcou gols importantes nas oitavas contra a Inter de Milão e nas quartas contra o Al-Hilal. Quase repetiu a dose na semifinal contra o Chelsea, mas o zagueiro Cucurella evitou o gol em cima da linha.

Só as premiações arrecadadas com essas classificações já cobriram os R$ 28 milhões investidos em sua contratação junto ao Fortaleza. É um exemplo claro de como um bom planejamento e um olhar apurado no mercado podem trazer resultados espetaculares, tanto dentro de campo quanto financeiramente. Hércules é a prova de que o Fluzão sabe valorizar e investir em talentos que realmente fazem a diferença e que abraçam a nossa paixão.

2 de 3 Santi Moreno em ação pelo Fluminense
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Santi Moreno em ação pelo Fluminense — Thiago Ribeiro/AGIF

Reflexões Tricolores e o Futuro

A temporada de 2025, portanto, nos deixou lições valiosas. O Fluminense investiu alto, buscou reforços para o esquadrão de Laranjeiras, e viu um contraste gritante entre apostas que não vingaram e contratações que entregaram muito mais do que o esperado. É um lembrete de que o futebol não é uma ciência exata, mas que um bom planejamento e a capacidade de identificar talentos que se encaixam na filosofia do clube são cruciais.

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Nós, tricolores, continuamos sonhando e apoiando, porque o Fluzão é maior que qualquer investimento ou decepção pontual. Que a diretoria aprenda com os erros e celebre os acertos, para que o nosso Nense continue a ser esse Time de Guerreiros que nos enche de orgulho. E você, nação tricolor, o que achou desses investimentos? Qual a sua maior aposta para o futuro?

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.