Jemmes e Bernal na Berlinda: As Notas do Fluzão Pós-Derrota Amarga!

Ah, nação tricolor, a 14ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2026 nos deixou com um gosto amargo, daqueles que demoram a sair da boca. O nosso Fluzão foi a campo contra o Internacional e o que vimos foi uma atuação que, em alguns momentos, beirou o inexplicável. Derrotas fazem parte do caminho, claro, mas quando elas vêm acompanhadas de falhas individuais gritantes e escolhas táticas questionáveis, a dor é ainda maior. É hora de encarar a realidade, analisar cada lance e dar o veredito sobre quem brilhou e, principalmente, quem decepcionou.

A Derrota que Dói e as Falhas Inexplicáveis

A partida contra o Internacional foi um daqueles jogos em que, por mais que a gente queira defender o Time de Guerreiros, fica difícil encontrar argumentos. O professor optou por uma formação com três zagueiros que, convenhamos, deixou o nosso esquadrão de Laranjeiras completamente insosso e sem a criatividade habitual. O Fluzão parecia engessado, sem a fluidez que tanto nos encanta. E quando a tática não encaixa, as falhas individuais acabam sendo ainda mais expostas, como um holofote cruel sobre os erros.

E falando em erros, é impossível não começar por Jemmes. O zagueiro teve uma atuação para se esquecer, especialmente no lance do primeiro gol colorado. Sair para pressionar o argentino Bernabei, perder a marcação e abrir a defesa como se fosse um tapete vermelho para o adversário entrar sozinho na área é algo que não se espera de um defensor do Tricolor. A nota 2.5, tanto do GE quanto do público, reflete bem a gravidade da falha. Ficamos vendidos, tricolores, e o preço foi alto.

Não demorou muito para o segundo golpe vir, e com ele, mais uma falha que nos custou caro. Hércules, que entrou com o jogo já praticamente perdido, protagonizou um lance bisonho no segundo gol do Internacional. Tentar proteger a bola e perdê-la para Vitinho de forma tão ingênua é um pecado capital no futebol. São erros assim, em momentos cruciais, que minam a confiança do time e da torcida, transformando a esperança em frustração.

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Pesadelos Individuais: Quem Não Rendeu no Esquadrão de Laranjeiras

Além das falhas que resultaram diretamente nos gols, outros jogadores tiveram atuações bem abaixo do esperado, contribuindo para a performance apagada do Nense. Bernal, por exemplo, vai ter pesadelos com o tal Carbonero. O nosso meio-campista perdeu todas as divididas, não conseguiu desarmar o adversário e passou boa parte do jogo correndo atrás da sombra do colombiano. Para completar, perdeu uma bola perigosa que quase resultou em mais um gol no final do primeiro tempo. Um desempenho que deixou a nação tricolor apreensiva.

No ataque, a situação não foi muito diferente. Serna teve em seus pés a melhor chance do Fluminense no jogo, um passe espetacular de Savarino que o deixou cara a cara com o goleiro Anthoni. Mas, para nossa desolação, o lance foi desperdiçado. Uma oportunidade de ouro para mudar a história da partida, que se esvaiu num chute que não encontrou o caminho das redes. Completamente isolado no ataque durante a maior parte do jogo, Serna até tentou um golaço de fora da área que foi defendido, e melhorou um pouco quando teve mais companhia, mas o gol que precisávamos não veio.

Canobbio, que saiu no intervalo, produziu muito pouco. Perdeu mais bolas do que conseguiu criar jogadas ou levar o time à frente. Em um jogo onde a criatividade era escassa, a contribuição ofensiva foi quase nula. Rodrigo Castillo, por sua vez, brigou muito com os zagueiros e com a bola, mas sua única chance de finalizar foi sem perigo. O setor ofensivo do Fluzão parecia desencaixado, sem a sinergia que tanto nos acostumamos a ver.

Os Guerreiros que Tentaram, mas Não Bastou

Nem tudo foi terra arrasada, é verdade. Alguns jogadores, mesmo em meio à tempestade, mostraram um pouco do espírito de guerreiro que tanto prezamos em Laranjeiras. Fábio, nosso goleiro, apesar de não ter conseguido defender o primeiro gol (que não era indefensável, mas também não era sua maior culpa), fez um milagre para evitar o segundo e impediu o terceiro gol no final. Um gigante que, mais uma vez, tentou segurar as pontas sozinho.

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Savarino, que entrou no intervalo, foi um dos poucos a melhorar o time. Carimbou o travessão logo aos três minutos e levou perigo em outros lances, mostrando que a sua entrada trouxe mais ímpeto ofensivo ao Tricolor. Nonato, voltando a jogar após dois meses, deu mais qualidade no passe e na saída de bola do campo de defesa para o ataque, um alento para o meio-campo. Soteldo, o menos pior do setor ofensivo no primeiro tempo, tentou dribles e buscou a construção, mas a falta de companhia dificultou seu trabalho. Alisson, sobrecarregado no meio-campo mais esvaziado, fez um bom trabalho na marcação, mesmo produzindo pouco na frente.

O técnico, por sua vez, não tem culpa dos erros individuais, mas a escalação inicial com três zagueiros realmente tirou a identidade do nosso Fluzão. Quando corrigiu o erro, com a entrada de Savarino, o jogo já estava praticamente perdido. A pressão agora recai sobre o trabalho, e é preciso encontrar o caminho certo rapidamente para as próximas batalhas do Campeonato Brasileiro de 2026.

Notas da Nação Tricolor: O Veredito Pós-Batalha

A torcida, sempre atenta, também deu seu veredito. Veja as notas do GE e do público para o desempenho dos nossos atletas:

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  • Fábio (GOL): Nota GE: 5.5 | Público: 5.5
  • Jemmes (ZAG): Nota GE: 2.5 | Público: 2.5
  • Savarino (MEI): Nota GE: 6.5 | Público: 6.5
  • Bernal (MEI): Nota GE: 3.0 | Público: 3.0
  • Nonato (MEI): Nota GE: 5.5 | Público: 5.5
  • Alisson (MEI): Nota GE: 4.5 | Público: 4.5
  • Hércules (MEI): Nota GE: 5.0 | Público: 5.0
  • Canobbio (ATA): Nota GE: 4.0 | Público: 4.0
  • Serna (ATA): Nota GE: 3.0 | Público: 3.0
  • Soteldo

    Informações com base em reportagem do ge.globo.com.