Ah, nação tricolor! O Fluzão se prepara para mais um desafio no Campeonato Brasileiro, enfrentando o Internacional neste domingo, às 18h30, no Beira-Rio. Mas se você esperava o esquadrão de Laranjeiras em sua formação habitual, prepare-se para as surpresas do professor Zubeldía! Nosso comandante está fazendo um verdadeiro xadrez tático, com a cabeça na Libertadores, e promoverá nada menos que sete mudanças no time, além de um esquema tático renovado.
O Fluminense segue firme na busca por uma boa colocação no Brasileirão, ocupando a terceira posição com 26 pontos, seis a menos que o líder Palmeiras. Contudo, a situação dramática na Libertadores exige decisões ousadas. Afinal, o Time de Guerreiros precisa vencer o Independiente Rivadavia no meio de semana para manter viva a chama da classificação às oitavas. É uma dança estratégica que o nosso treinador argentino domina com maestria.
A estratégia de Zubeldía: Sete mudanças e a defesa encorpada
Zubeldía não brinca em serviço quando o assunto é estratégia. Para o confronto contra o Colorado, ele vai apostar em uma formação com três zagueiros, uma tática que visa dar mais solidez à defesa e talvez surpreender o adversário. Essa é a essência do futebol arte que tanto amamos no Flu: a capacidade de se reinventar, de se adaptar e de sempre buscar a vitória, mesmo com peças diferentes no tabuleiro.
As sete mudanças visam dar fôlego a alguns atletas e, ao mesmo tempo, testar novas combinações. É a prova de que o elenco do Nense é versátil e que todos estão prontos para contribuir. O planejamento do Fluminense é claro: não priorizar competições, mas a realidade da Libertadores nos força a um certo rodízio. E quem pode culpá-lo? A glória continental é um sonho que o tricolor persegue com unhas e dentes.

Zubeldía durante treino do Fluminense neste sábado (02) — LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.
Retornos e poupados: Quem entra e quem fica no banco
A boa notícia para o torcedor do Flu é que alguns nomes importantes estão de volta ao radar, enquanto outros terão um merecido descanso. Lucho Acosta, por exemplo, viajou com a delegação para o Rio Grande do Sul. Embora sua presença não esteja garantida desde o início, há a possibilidade de que o meia entre por alguns minutos no Beira-Rio, o que já seria um belo acréscimo para o nosso meio-campo. A viagem casada com a Libertadores mostra que o planejamento é minucioso.
Outro que retorna à disposição de Zubeldía é o volante Nonato. O jogador, que já estava liberado do departamento médico desde o início da semana, foi poupado na partida em La Paz, mas agora está pronto para a batalha. Essa informação, inicialmente divulgada pelo Canal do Lessa e confirmada pelo ge, traz um alívio para a comissão técnica, que ganha mais uma opção de qualidade.
No entanto, para o duelo contra o Internacional, algumas peças-chave serão preservadas. O volante Hércules, o meia Savarino e o atacante Canobbio ficarão no banco de reservas. Essa é uma medida inteligente para garantir que estejam no auge da forma para o confronto decisivo pela Libertadores. Em contrapartida, Bernal, que estava suspenso do jogo de meio de semana, será titular em Porto Alegre, reforçando a defesa tricolor.
No comando do ataque, a comissão técnica dará continuidade ao revezamento entre John Kennedy e Castillo, uma estratégia que tem se mostrado eficaz para manter ambos os atacantes em ritmo de jogo e com a energia necessária para desequilibrar as partidas.
- Volante disponível: Nonato
- Meia que viajou: Lucho Acosta (pode ter minutos)
- Titular confirmado na defesa: Bernal
- Atacantes em revezamento: John Kennedy ou Castillo
- No banco para descanso: Hércules, Savarino, Canobbio
Fluzão em duas frentes: Brasileirão e a vida na Libertadores
É inegável que o Fluzão vive um momento de escolhas. Estar em terceiro no Campeonato Brasileiro, brigando na parte de cima da tabela, é motivo de orgulho para a nação tricolor. São 26 pontos somados, fruto de muita garra e dedicação. Mas a Libertadores, ah, a Libertadores! Aquela taça que faz o coração do tricolor bater mais forte. A partida contra o Independiente Rivadavia na Argentina é um divisor de águas, um jogo de vida ou morte para as nossas chances de avançar.
Por isso, a decisão de Zubeldía de rodar o elenco é compreensível e até necessária. É um ato de inteligência estratégica para não sobrecarregar os nossos guerreiros e garantir que tenhamos o máximo de força nos momentos cruciais. O Fluminense é um clube que sempre sonhou alto, e agora é a hora de mostrar que temos elenco e planejamento para brigar em todas as frentes.
Que a torcida das Laranjeiras apoie incondicionalmente, seja no Beira-Rio, no Maracanã ou de casa. O Nense é maior que qualquer adversário, e com o Time de Guerreiros em campo, a esperança é a última que morre. Vamos, Fluzão! Flu até morrer!
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.